As principais organizações internacionais parceiras da Guiné-Bissau reafirmaram hoje o empenho na ajuda ao país e na realização de eleições, que permitam que autoridades legítimas façam «as reformas profundas que a Guiné-Bissau necessita».
A promessa foi deixada por El Ghassim Wane, diretor do gabinete para a Paz e Segurança da União Africana (UA), que chefia uma delegação de cinco organizações internacionais que hoje iniciaram uma visita conjunta à Guiné-Bissau, a segunda após o golpe de Estado de 12 de abril do ano passado.
A missão junta a UA, a ONU, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a União Europeia, e tal como em dezembro passado, quando da primeira visita, destina-se a avaliar a situação do país e as possibilidades de apoio.
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