
Implementam-se então, formas de contornar esses défices estimulando-se a produção das culturas de "tempo da chuva" como o milho-bacil, milho-cavalo, feijão, mandioca, batata-doce e mancarra. Para salvaguardar sementes destas plantas para 2014 concebeu-se e implementou-se um campo de demonstração de técnicas e banco de sementes na Tabanca de Dinga Bantanguel, Região de Gabu.
Com a situação periclitante do preço da castanha de caju e na dependência do rendimento auferido pela sua venda por grande parte dos agricultores guineenses, urge pensar em culturas de rendimento concorrentes ou paralelas. A cultura do sésamo, do algodão ou o investimento na fruticultura são opções.
O arroz, cereal, alimento, base da dieta dos guineenses, medida da perceção da fome na Guiné-Bissau, é o centro de todas as atenções. Após os receios prematuros de uma época chuvosa fraca veio o desenvolvimento seguro.
Venham e juntem-se a nós.
Sem comentários:
Enviar um comentário