quinta-feira, 10 de julho de 2014

Presidente da Guiné-Bissau na cimeira do Gana em solidariedade com Mali e Nigéria

O presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, viajou para o Gana onde vai representar o país na 32ª cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) sobre a segurança e mediação de conflitos na sub-região africana.Presidente da Guiné-Bissau na cimeira do Gana em solidariedade com Mali e Nigéria

Bissau, 09 jul (Lusa) - O presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, viajou hoje para o Gana onde vai representar o país na 32ª cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) sobre a segurança e mediação de conflitos na sub-região africana.

À partida, no aeroporto de Bissau e em declarações aos jornalistas, José Mário Vaz disse que vai aproveitar a cimeira para agradecer os apoios que a comunidade africana prestou à Guiné-Bissau durante os dois anos de transição que se seguiram ao golpe de Estado militar.

A situação política da Guiné-Bissau após as eleições gerais e a instalação de novas autoridades será tema de análise da reunião que tem lugar ainda hoje bem como a crise militar que assola o Mali.
A este propósito, José Mário Vaz afirmou que vai levar a solidariedade da Guiné-Bissau para com o Mali e a Nigéria, dois países da CEDEAO, abraços com problemas internos motivados pela rebelião armada, disse.

"A nossa obrigação é partilhar com estes países os mesmos sentimentos de solidariedade que tivemos aqui", afirmou o chefe de Estado guineense, que se vai juntar aos novos ministros dos Negócios Estrangeiros, Mário Lopes da Rosa e da Defesa, Cadi Seidi, que já se encontram no Gana.

O presidente guineense acrescentou que roga a Deus para que ajude os países da sub-região africana a encontrarem a paz, sobretudo no Mali e na Nigéria.

Questionado sobre se a continuidade do contingente da Ecomib (força de 700 militares e policias da CEDEAO) estacionado na Guiné-Bissau, será também tema das conversas que irá manter com os seus homólogos, José Mário Vaz disse que esse assunto não faz parte da sua agenda.

Lusa

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