quarta-feira, 21 de março de 2012

Eleições = UEMOA afirma que escrutínio obedeceu as normas democráticas

Bissau - A União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) considerou que as eleições presidenciais antecipadas de domingo na Guiné-Bissau obedeceram às normas democráticas e pediu serenidade até à publicação dos resultados finais.


Em conferência de imprensa, Victor Dangnon, chefe dos observadores eleitorais do Comité Interparlamentar da UEMOA (CIP/UEMOA) afirmou que a avaliação decorre das constatações feitas por 15 elementos da organização que estiveram em cinco regiões da Guiné-Bissau.

 

"Em todas as assembleias de voto nas regiões de Bissau, Cacheu, Bafatá, Oio e Gabú, a votação decorreu globalmente bem, dentro da disciplina, mesmo tendo em conta, nalguns casos, a falta dos cartões de alguns eleitores", assinalou Victor Dangnon.

"Apelamos aos diferentes actores intervenientes nestas eleições a manterem uma conduta exemplar e de serenidade até à publicação dos resultados finais", disse ainda o responsável da UEMOA, organização que agrupa oito países que têm em comum o franco CFA como moeda.


A apreciação que a UEMOA faz às eleições de domingo na Guiné-Bissau é a mesma já feita pela CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) e União Africana (UA).


A Guiné-Bissau escolheu no domingo o seu novo Presidente na sequência da morte, por doença, em Janeiro passado, do chefe de Estado eleito em 2009, Malam Bacai Sanhá.


A Comissão Nacional de Eleições (CNE) promete divulgar os resultados provisórios no sábado ou no domingo.

CPLP considera escrutínio observado na Guiné-Bissau livre e democrático

Lusa

A missão da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) considerou as eleições presidenciais da Guiné-Bissau de domingo "livres e democráticas", pelo menos no universo "que lhe foi dado observar".


"No universo das regiões, setores, círculos eleitorais e número de eleitores que lhe foi dado observar, as eleições presidenciais antecipadas de 2012 terão respeitado na sua generalidade os princípios, regras e procedimentos internacionais que as permitem considerar como livres e democráticas", disse Armindo Maurício, chefe da missão.


A missão da CPLP foi constituída por 23 observadores, de todo os Estados-membros, que monitorizaram as eleições de domingo nas regiões de Bafatá, Biombo, Bissau/Biombo, Cacheu, Gabu, Oio e Quinara/Tombali.


Em conferência de imprensa na presença dos embaixadores lusófonos acreditados em Bissau, Armindo Maurício explicou que a missão se encontrou, antes do dia das eleições, com representantes da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Nações Unidas, partidos políticos e candidatos, e ainda com outras missões de observação e com representantes da sociedade civil e das forças de segurança.


A missão "reconheceu o empenho das autoridades guineenses no sentido do aperfeiçoamento dos mecanismos legais ligados ao processo eleitoral, mesmo tendo em conta os constrangimentos de tempo derivados do caráter antecipado das eleições, bem como da decisão política alargada de as realizar no prazo constitucional", disse Armindo Maurício.


"Não obstante ter constatado a existência de alguns constrangimentos", a missão considera que os mesmos "tenderão a ser resolvidos com a afirmação do Estado de Direito e a consolidação das instituições democráticas do país, não devendo pôr em causa, de maneira relevante, a transparência destas eleições ou a legitimidade do seu resultado final", acrescentou.


No dia das eleições, disse ainda o responsável, as equipas visitaram 155 assembleias de voto e não registaram impedimentos no seu trabalho, constatando "a boa organização" do ato eleitoral.
"Nas assembleias de voto, não se registaram quaisquer manifestações de intimidação ou coação sobre os eleitores", disse Armindo Maurício, que concluiu que o escrutínio se enquadrou "nas boas práticas internacionais e princípios democráticos".


A missão da CPLP assinalou ainda "um índice de abstenção que se prevê significativo", e saudou o povo guineense "pela forma cívica como exerceu o seu direito de voto".


Na conferência de imprensa, Armindo Maurício não comentou o assassínio, no domingo à noite, do ex-chefe das informações militares da Guiné-Bissau Samba Djaló, mas já tinha dito à imprensa que não relacionava a morte com o processo eleitoral.

ELEIÇÕES Cinco candidatos exigem nulidade das presidenciais de domingo

Cinco dos principais candidatos às eleições presidenciais na Guiné-Bissau, realizadas no domingo, exigiram hoje a "nulidade" da votação e um novo recenseamento eleitoral "credível".

O candidato Kumba Ialá leu hoje em Bissau a declaração, também em nome de Henrique Rosa, Serifo Nhamadjo, Serifo Baldé e Afonso Té, que resultou de uma reunião decorrida entre estes políticos num hotel da capital guineense.

"Existem graves irregularidades e fortes indícios de corrupção generalizada que desacreditam a consulta de dia 18", refere a declaração lida por Kumba Ialá.

@ Agência Lusa

Cabo Verde = Guineense detido na posse de mais de dois quilos de cocaina

Cidade de Praia - Um indivíduo de 39 anos de idade, natural da Guiné-Bissau, foi detido, no fim-de-semana, no Aeroporto Internacional da Praia, na posse de dois quilos e 23,7 gramas de cocaina, apurou a PANA na capital cabo-verdiana de fonte policial.

A detenção foi levada a cabo pela Célula Aeroportuária (CAAT) formada por elementos da Polícia Judiciária, da Polícia de Migração e Fronteiras, da Guarda Fiscal e da Alfândega,  durante a inspecção do voo da companhia área cabo-verdiana, TACV, proveniente de Fortaleza (Brasil).

A droga estava dissimulada no interior de capas de quatro enciclopédias que o indivíduo, residente em Bissau, trazia na sua mala.

O detido foi apresentado ao Tribunal da Comarca da Praia, para primeiro interrogatório judicial e aplicação da medida de coacção, tendo o juiz decretado que ele fique a aguardar os trâmites do processo em prisão preventiva, na Cadeia de São Martinho, nos arredores da capital cabo-verdiana, Praia.

terça-feira, 20 de março de 2012

Eleições presidenciais antecipadas na Guiné-Bissau decorreram de forma tranquila mas Henrique Rosa denuncia fraudes

Após uma jornada eleitoral tranquila, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné--Bissau desvalorizou ontem as acusações de fraude do candidato presidencial Henrique Rosa e considerou as anomalias verificadas "pequenos incidentes".

"Nalguns casos não coincidiam o número de inscritos com os de eleitores registados", referiu o porta-voz da comissão. Mas Henrique Rosa afirma que houve "fraudes por todo o país" e prometeu para breve mais detalhes.

Recorde-se que Rosa, Kumba Ialá e o ex-chefe de governo Carlos Gomes Júnior são favoritos à sucessão de Malam Bacai Sanhá, falecido em Janeiro.

Grandes de Itália cobiçam Agostinho Cá

Agostinho Cá (foto ASF)

Agostinho Cá pode ser a próxima pérola a deixar a Academia. Juventus, Inter e Milan já observaram o internacional português de sub-19, natural da Guiné-Bissau, e o empresário admite uma possível tranferência no final da presente temporada.


«Existem muitos clubes interessados. Houve contactos com a Juventus, Inter e Milan, que já vieram observá-lo, e pode haver desenvolvimentos na próxima semana. O Valência também fez uma sondagem mas o jogador prefere mudar-se para Itália», disse Paulo Rodrigues, representante de Agostinho Cá, em declarações ao Calciomercato, onde explicou a situação contratual do jogador.


«Tem contrato com o Sporting até 2013 e ainda não chegou a acordo para a renovação. Acho que pode sair no final desta temporada. Preço? A cláusula de rescisão é de 20 milhões de euros mas, como falta um ano de contrato, penso que o negócio pode fazer-se por 1,5 ou 2 milhões de euros.»


O empresário falou ainda sobre as características do jogador: «Em pequeno, chamavam-lhe o Deschamps. Há também quem o compare ao Patrick Viera mas, na verdade, é muito mais dinâmico e ataca bem. Lembra-me mais o Muntari.»

CPLP elogia processo eleitoral na Guiné-Bissau

Bissau – O Chefe da Missão de Observação Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portugueses (MOE CPLP) disse que o processo de votação para as Eleições Presidenciais antecipadas de 18 de Março, decorreu de forma ordeira.

Falando este Domingo, 18 de Março após o fecho das urnas, Arlindo Maurício congratulou o modo como os guineenses afluíram às urnas nestas eleições, em todo território nacional.


Tal como aconteceu com a MOE CPLP, o chefe da Missão de Observação Eleitoral da CEDEAO, o nigeriano Salou Djibou, agendou igualmente para esta segunda-feira, 19 de Março, um encontro com a imprensa para falar da forma como decorreu o processo eleitoral na Guiné-Bissau.


A Comissão Nacional de Eleições já veio confirmar que este processo decorreu com a maior normalidade possível.


Num encontro com os jornalistas, duas horas após o encerramento das urnas, pelas 19 horas locais, Orlando Veiga, porta-voz da CNE, disse à imprensa que o acto teve nota positiva, afirmando que alguns casos registados são de maior relevância mas não podem influenciar, de forma alguma, os resultados eleitorais.


Durante o período de espera do anúncio dos resultados provisórios destas eleições, o Presidente da CNE, Desejado Lima da Costa, manteve esta segunda-feira, 19 de Março, um encontro com o Chefe do Estado Major-General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, António Indjai.


A saída do encontro, Desejado Lima da Costa disse à imprensa que recebeu garantias de segurança por parte de António Indjai, até ao final do processo eleitoral em curso no país.


«Esta foi uma ocasião onde abordámos com Chefe do Estado Major-General das Forças Armadas as questões de segurança neste processo eleitoral e recebemos garantias para todas as fases deste processo», declarou o Presidente da CNE.


O ex-chefe do Serviço de Inteligência Militar guineense, Samba Djalo, foi, este Domingo, 18 de Março, baleado em frente à sua residência em Bissau, no Bairro de Cupelum de Cima.


Até às primeiras horas desta segunda-feira nenhuma informação oficial foi tornada públicas sobre a morte de Samba Djalo.


O ex-chefe do Serviço de Inteligência Militar terá sido contactado via telefone por um grupo de pessoas, para comparecer perto da sua residência, onde acabou por ser atingido a tiro.

CNE anuncia resultados provisórios entre 24 e 25 de

Bissau – A Comissão Nacional de Eleições (CNE), vai proceder ao anúncio dos resultados provisórios das Eleições Presidenciais antecipadas entre os dias 24 e 25 de Março.

A notícia foi avançada à PNN pelo Presidente da CNE, Desejado Lima da Costa, durante uma conferência de imprensa.


«Está em processo a situação de apuramento de resultados finais, pois é evidente que o sistema não nos permite, com a rapidez desejada, avançar nesta perspectiva. Entre os dias 24 e 25 de Março, estaremos em condições de poder anunciar os resultados provisórios destas eleições», declarou Desejado Lima da Costa.
Em relação à abstenção neste processo, o responsável máximo da CNE admitiu a possibilidade de uma elevada taxa, justificando a falta de recenseamento eleitoral para este acto, que teve lugar a 18 de Março na Guiné-Bissau.


Neste encontro com os jornalistas, Desejado Lima da Costa falou ainda sobre o caso do assassinato do Coronel Samba Djalo, este Domingo, defendendo tratar-se de uma situação isolada que não está relacionada com o processo de votação do mesmo fim-de-semana.


«Tratou-se de um caso isolado, que está a seguir os seus trâmites legais, cuja investigação está em curso através das autoridades competentes», relatou o responsável da CNE.


Neste sentido, Desejado Lima da Costa revelou ter sido assegurado, depois de encontros que manteve com o Presidente da República Interino, Raimundo Pereira, e o Chefe do Estado Major-General das Forças Armadas, António Indjai, não existir nenhum motivo que coloque em causa a paz e a estabilidade do processo eleitoral.

Guiné-Bissau: Militares dizem que morte ex-chefe da 'secreta' não afeta andamento do processo eleitoral

Bissau, 19 mar (Lusa) - Um porta-voz das Forças Armadas da Guiné-Bissau afirmou hoje que o assassínio do coronel Samba Djaló, ex-chefe da 'secreta' militar, não vai afetar o normal andamento do processo eleitoral.

Segundo o major Dabana Walna, porta-voz do comando conjunto das forças de defesa e segurança, criado para garantir a segurança nas eleições presidenciais realizadas no domingo na Guiné-Bissau, a morte do coronel Samba Djaló "deve ser lamentada, mas não poderá afetar o andamento do processo eleitoral".

"Uma coisa não tem nada ver com outra. O que aconteceu ontem (domingo) foi um incidente grave que temos que lamentar, pois trata-se de uma vida humana que se perdeu, mas esse facto em si não tem nada a ver com a segurança do processo eleitoral que, correu de forma correta como se testemunhou ontem", disse Dabana Walna, chefe do gabinete do general António Indjai, chefe das Forças Armadas guineenses.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ex-chefe das informações militares da Guiné-Bissau assassinado a tiro

Samba Djaló, ex-chefe das informações militares da Guiné-Bissau quando Zamora Induta foi chefe das Forças Armadas guineenses, foi assassinado a tiro em Bissau na noite de domingo, disseram à Lusa fontes diplomáticas.

Outras fontes contactadas pela Lusa confirmaram a morte de Samba Djaló e disseram que o corpo já foi retirado da sua residência, enquanto vizinhos disseram à Lusa ter ouvido tiros cerca das 23:00 (mesma hora em Lisboa), na zona da casa de Samba Djaló.

Samba Djaló foi preso em 01 de Abril de 2010 juntamente com o então chefe das forças armadas, Zamora Induta, numa intervenção militar que conduziu António Indjai à chefia militar, e fora acusado pelo irmão de Baciro Dabó do assassinato deste ex-candidato presidencial em 2009.

Iáiá Dabó foi por sua vez morto numa troca de tiros durante a última sublevação militar na Guiné-Bissau, em finais de 2011, uma operação falhada que foi atribuída ao ex-chefe da armada guineense, Bubo Na Tchuto.

A Guiné-Bissau realizou no domingo eleições presidenciais antecipadas, que decorreram com normalidade.

Henrique Rosa fala de "fraudes por todo o país"

Henrique Rosa, candidato independente nas eleições presidenciais  na Guiné -Bissau, diz que teve informações de "fraudes por todo o país".

O candidato, que falava aos jornalistas depois de ter votado, acompanhado da mulher, na escola "19 de setembro", não adiantou a que tipo de fraudes se referia alegando estar à espera "da consolidação das informações" que tem.

Ainda que se tenha afirmado tranquilo, disse que a aceitação dos resultados irá depender "do comportamento da Comissão Nacional de Eleições (CNE) no processo". "Porque temos indício de fraudes que na altura própria iremos denunciar", disse.

Henrique Rosa, que no resto do dia estará com "amigos e família", disse-se confiante de que chegará a uma segunda volta nas eleições, garantindo que "não haverá vencedores na primeira volta".

"Se não houver segunda volta, será sinal de fraude massiva", frisou.

Os guineenses estão hoje a escolher o próximo Presidente da República entre nove candidatos, depois de o Presidente eleito em 2009, Malam Bacai Sanhá, ter morrido de doença em janeiro passado.

Clima normal e sem reclamações na Guiné-Bissau

O chefe da missão de observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa às eleições presidenciais da Guiné-Bissau disse que o escrutínio está a decorrer "num clima normal", sem "reclamações de relevo".

foto JOE PENNEY/REUTERS

Clima normal e sem reclamações na Guiné-Bissau

Em declarações aos jornalistas, Armindo Maurício admitiu que teve informações de candidaturas sobre alegadas fraudes, mas que as mesmas não foram "precisas e concretas", pelo que aguarda mais informação.

"Há algumas questões relacionadas com os cartões (de eleitor), há de facto nalgumas zonas, mas não podemos constatar quantas, mas parece que não são muitas porque as pessoas que colocam o problema não dizem quantas são", disse o chefe da missão de observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Sobre o assunto, o cabo-verdiano Armindo Maurício precisou que o problema se prende eventualmente na "não existência de alguns cartões de eleitores, que poderão não ter sido distribuídos, apesar de a CNE (Comissão Nacional de Eleições) afirmar que foram todos distribuídos".

"A questão do registo dos cadernos está normal, até agora não vimos qualquer reclamação sobre registo das pessoas nos cadernos", disse.

Armindo Maurício disse que a missão da CPLP falou com organizações não-governamentais, chefias militares e outras missões de observadores. Todos os observadores constataram "que o clima é tranquilo, está pacífico, os cidadãos estão descontraídos".

"Desde a manhã estamos em Bissau, já percorremos várias mesas de voto, assistimos à abertura de algumas mesas e constatamos um bom nível de organização a nível da CNE em termos de as mesas estarem todas preparadas à hora, com os membros a postos, com todo o material, e também já com gente em fila para poder votar", disse.

O responsável disse que a missão da CPLP falou com representantes das "candidaturas com maior peso" nas mesas e constatou "que tudo está a decorrer num clima normal" e que "não há reclamações de relevo nem protestos".

O candidato Henrique Rosa disse, após votar, que havia fraudes, mas não explicou que tipo, nem onde.

A Guiné-Bissau realiza eleicões presidenciais antecipadas  após a morte do presidente eleito em 2009, Malam Bacai Sanhá, em janeiro.

Perto de 600 mil guineenses são chamados a escolher o novo presidente entre nove candidatos.

CNE destaca normalidade, mas admite «alguns incidentes»

A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau revela que os relatórios das diferentes regiões do país indicam que as eleições decorreram com «normalidade» e sem «incidentes de maior».

O balanço foi feito ao início da noite de hoje em Bissau pelo porta-voz da CNE, Orlando Viegas, que disse que o encerramento das urnas de voto das eleições presidenciais decorreu «de forma pacífica e ordeira» e que já se deu início à recolha dessas urnas.

O responsável disse que até à data a CNE registou «alguns incidentes relacionados com a duplicação de números de cartão de eleitor, com maior relevância na região de Oio».

«Contudo, os relatórios até agora enviados indicam claramente que os incidentes se situam na ordem de 01 por cento», disse Orlando Viegas, negando que essas «pequenas irregularidades» possam por em causa todo o processo.

Outras irregularidades ainda, disse, «foram identificadas e ultrapassadas pelo bom funcionamento do sistema».

Questionado pelos jornalistas, Orlando Viegas também disse que a CNE não dispõe ainda de dados concretos sobre a abstenção e que também não recebeu, até agora, qualquer reclamação formal sobre incidentes ocorridos ao longo do dia de escrutínio.

Citando a lei, Orlando Viegas disse que também que a CNE deve apresentar dados provisórios sobre a votação num período entre 7 e 10 dias.

Os guineenses foram hoje às urnas para escolher o próximo Presidente da República, na sequência da morte de Malam Bacai Sanhá, o Presidente eleito em 2009. Concorreram nove candidatos.