sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ministério Público arquiva caso que envolvia «Nino» Vieira e Carlos Gomes

Bissau - Está arquivado o processo que opunha o então Presidente da República, «Nino» Vieira, e o actual Primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior.

A decisão consta de um despacho do Ministério Público. O processo remonta ao ano de 2006, quando Carlos Gomes Júnior, na altura, Chefe do Governo, em declarações à agência Lusa, teria alegadamente acusado «Nino» Vieira de ser o mandantário do crime que vitimou o Comodoro Lamine Sanhá, antigo Chefe de Estado-maior da Armada guineense.

O Comodoro Lamine Sanhá, foi alvo de disparos por indivíduos que nunca foram identificados. O processo começou a ser julgado, mas não se chegou a nenhuma conclusão, devido à ausência de testemunhas.

O argumento do Ministério Público sobre o arquivar do processo assenta na caducidade do prazo de investigação. Recorrendo ao Código do Processo Penal da Guiné-Bissau, esta instância judicial lembra que o prazo máximo do inquérito é de seis meses e a investigação do caso remonta a 32 meses o que, no seu entender, transgride os princípios processuais.

Sustenta ainda que, por duas vezes, depois de receber do Ministério Público o pedido de julgamento do processo, o Juiz do Tribunal Regional de Bissau proferiu o despacho de não pronúncia, ou seja, que não havia conteúdo para que o caso chegasse a audiência.

O Ministério Público, o único detentor da acção penal, lembra que as diligências sobre a queixa apresentada pelo então Chefe de Estado guineense foram desencadeadas, a 10 de Maio de 2007. Mediante este cenário, e feitas as contas, o Ministério Público despacha que «a realidade mostra que muitas outras diligências restam fazer, pelo que não se pode dizer que a investigação esteja perto de ser concluída».

O arquivar deste processo representa, sem dúvidas, para o Ministério Público uma decisão sensata, uma vez que o queixoso já morreu, tanto assim, que seria irrealizável levar o caso avante.

(c) PNN Portuguese News Network

Câmara de Deputados ratifica acordo de cooperação da CPLP para combate à malária

Nos termos do tratado, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste inclui intercâmbio de medicamentos e equipamentos para evitar a malária.

Brasília - O plenário da Câmara aprovou hoje (4) 12 projetos de decreto legislativo (PDC) que autorizam a ratificação de acordos e convenções internacionais. Entre os acordos aprovados está o PDC 1661/09, que ratifica acordo de cooperação entre os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) com diretrizes para uma estratégia comum no combate à malária.

Nos termos do tratado, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste estarão engajados em um programa de cooperação que, além de outros mecanismos, incluirá o intercâmbio de medicamentos, mosquiteiros, inseticidas e outros artigos para combater a doença.

Outros acordos

Também foi aprovado o PDC 1805/09, que ratifica a convenção de admissão temporária de mercadorias, conhecida como "Convenção de Istambul", celebrada em 1990 pela Organização Mundial de Aduanas. Pela convenção, o Brasil deverá facilitar os procedimentos de admissão temporária de bens com suspensão de tributos alfandegários, garantindo maior agilidade na entrada e retorno de mercadorias importadas temporariamente.

A medida beneficia representantes comerciais e exibidores de feiras comerciais, entre outros, que podem transitar de país para país com seus produtos, inclusive utilizando um mesmo documento para várias viagens. No fim, a mercadoria deve retornar para o país de origem, ou a convenção prevê a cobrança dos tributos que haviam sido suspensos.

O Plenário também aprovou o PDC 1972/09, que permite a criação de uma zona de regime especial fronteiriço que abrange as cidades de Tabatinga, no Brasil, e Letícia, na Colômbia. As duas cidades são contínuas, embora pertençam aos dois países, e o tratado deve normalizar o comércio entre as duas partes.

O regime especial dispensa os comerciantes habilitados de registro, licença ou de qualquer visto, autorização ou certificação, salvo a aplicação das leis sanitárias e ambientais vigentes. As autoridades poderão exercer o controle do cumprimento das regras do acordo, mediante inspeções, quando as julgarem necessárias. Normas tributárias e para a importação por pessoas físicas também estão previstas na convenção.

Outro PDC aprovado – o 1662/09 – autoriza a ratificação pelo Brasil de uma emenda à convenção que cria a Organização Mundial de Aduanas (OMA). A mudança permite que blocos comerciais façam parte da organização, e foi pedida pela União Européia.

Coimbra envia contentor com 26 toneladas de donativos no âmbito de expedição humanitária

Coimbra, 23 Jan (Lusa) - Um contentor com 1200 caixas de donativos, perfazendo 26 toneladas, saiu hoje de Coimbra para ser embarcado em Setúbal rumo à Guiné-Bissau, no âmbito de uma expedição humanitária da Associação Memórias e Gentes e da autarquia.

Roupa, material escolar e bens de saúde foram os principais produtos angariados pela organização da expedição, tendo os donativos excedido o objectivo inicial das 25 toneladas, explicou hoje à agência Lusa Fernando Ferreira, daquela associação humanitária de Coimbra.

Os donativos seguem hoje de barco num contentor de 40 pés e os expedicionários partem por terra no dia 25 de Fevereiro, prevendo-se que cheguem a Bissau a 2 ou 3 de Março, adiantou aquele responsável da organização da missão da Associação Humanitária Memórias e Gentes.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Rebeldes da Casamança ameaçam famílias guineenses

As famílias provenientes das tabancas de Sanou-1, 2 e 3, localizadas junto ao Pilar Número 132, na linha da fronteira entre a Guiné-Bissau e o Senegal, foram obrigadas a abandonar as suas residências devido a ameaças dos rebeldes que continuam activos na região senegalesa da Casamança.

A informação foi avançada à PNN por uma fonte da Direcção Geral da Migração e Fronteiras, que esteve no dia 31 de Janeiro 2010 em missão serviço, juntamente com autoridades do Sector de Bigene, Comissão Nacional para Refugiados e Deslocados Internos, Cruz Vermelha da Guiné-Bissau e o Representante Regional de HCR, com residência em Dacar, com o objectivo de constatarem a real situação em que vivem os habitantes dessa zona.

«Abandonem as tabancas! Quem não abandonar será responsável de tudo o que lhe acontecerá no futuro» disseram os rebeldes aos 579 deslocados, confirmou fonte da PNN.

A mesma fonte da Direcção Geral da Migração e Fronteiras garantiu também que «pilhagens e roubos de produtos da primeira necessidade são realidades que caracterizam aquelas tabancas, que podem transformar-se em aldeias fantasmas».

O Administrador do Sector de Bigene, Djin Alen confirmou à PNN que iniciou o processo de transferência das populações ameaçadas para zonas seguras na Guiné-Bissau e Senegal.

MP constitui arguido antigo secretário de Estado da Ordem Pública da Guiné-Bissau no caso de desaparecimento de cocaína


Bissau, 02 fev (Lusa) - O Ministério Público da Guiné-Bissau constituiu o antigo secretário de Estado da Ordem Pública do país Mamadu Saico Djalo arguido no processo do desaparecimento de 674 quilogramas de cocaína dos cofres do Tesouro Público, em 2006.

"No âmbito do mesmo inquérito, o Ministério Público constituiu o ex-secretário de Estado de Ordem Pública Mamadu Saico Djalo suspeito (equivalente a arguido no Código Penal guineense) neste processo", refere o gabinete do Procurador-Geral da República, Amine Saad, em nota divulgada à imprensa.

Segundo a mesma nota, o Ministério Público pediu também à Mesa da Assembleia Nacional Popular (Parlamento guineense) para ouvir os deputados Aristides Gomes e Vítor Mandinga, bem como os procedimentos necessários para solicitar o levantamento da imunidade parlamentar.

Senegal, Cidadãos do sul refugiam-se na Guiné-Bissau

Dakar - Várias centenas de habitantes de Casamança, sul do Senegal, atormentados pela rebelião independentista, foram obrigados a deixar as suas cidades para a Guiné-Bissau, soube-se hoje (quarta-feira), de fonte administrativa e próxima dos deslocados.

"Seiscentos e dezanove famílias, ou seja um total de 579 membros foram recenseados e adiantaram terem sido obrigados a deixar as suas cidades, devido a perseguição dos rebeldes do Movimento das forças democráticas de Casamança (MFDC), independentista), declarou a AFP o sub-prefeito de Begene (nordeste da Guiné-Bissau), Djin Alen.

"Os rebeldes entraram nas nossas cidades na noite de sexta para sábado e nós tivemos de partir sob a ameça de armas", adiantou Malam Sadio, um deslocado.

Segundo os deslocados, os assaltantes roubaram as suas colheitas e ueimaram casas, para forçar os habitantes a partir.

Essas famílias, originárias das cidades senegalesas Sanou 1, Sanou 2 e Sanou 3, na região de Kolda chegaram a Begene depois de sexta-feira, segundo o sub-prefeito.

Esses deslocados serão transferidos para zonas seguras longe da fronteira, com os meios que ainda não possuímos, adiantou.

A Cruz-Vermelha guineense, a Comissão nacional para os deslocados de Casamança e as autoridades locais reuniram-se terça-feira para avaliar a situação e determinar a ajuda a encaminhar aos 579 deslocados, segundo uma fonte da sub-prefeitura.

"A Casamança, bela região do norte do Senegal separada pela Gâmbia está exposta desde 1982 a uma rebelião independentista.

"Um acordo de paz foi assinado em 2004 para apaziguar a tensão e regular o conflito. Nesses últimos meses os choques entre as forças armadas e os rebeldes foram retomados fazendo vítimas civis e militares.

Cimeira da UA termina com boas perspectivas

Addis Abeba, Etiópia - Ao encerrar terça-feira em Addis Abeba a sua cimeira de três dias, os dirigentes africanos deixaram sinais que dão a impressão de que a organização continental iria trabalhar melhor do que no passado, nomeadamente nos planos político, económico e social, anunciou hoje (quarta-feira) a PANA.

Eles terminaram os seus trabalhos com uma série de decisões sobre questões tão variadas que a paz e a estabilidade, a segurança alimentar, as finanças e o desenvolvimento das infraestruturas.

Os chefes de Estado e de Governo decidiram combater rudemente as mudanças anticonstitucionais de poder, instaurar um ambicioso programa de introdução duma moeda comum em 2018 e dotar todo o continente de redes rodoviárias.

Eles decidiram igualmente lançar o Banco Central de África em 2018, seguido pela introdução duma moeda comum para o continente.

A cimeira adoptou um orçamento de 250 milhões de dólares americanos para o funcionamento da organização continental em 2010, dos quais 111 milhões de dólares americanos deverão provir das contribuições dos países membros, enquanto o resto virá das fontes de financiamento externas.

"Os nossos esforços para implementar os nossos programas estão bloqueados, entre outros, pela falta de recursos apropriados", deplorou o novo presidente em exercício da UA, o chefe de Estado do Malawi, Bingu wa Mutharika.

No plano da paz e da segurança, os dirigentes africanos saudaram a evolução positiva da situação política na Mauritânia, na Guiné-Conakry, e na Guiné- Bissau, "onde medidas concretas foram tomadas para restaurar a democracia e a esperança dos seus cidadãos".

O Presidente Mutharika declarou que África estava preocupada pelas crises em Madagáscar, na Somália e em Darfur, província do oeste do Sudão.

"Numa altura em que celebramos as boas notícias de regresso à ordem constitucional, não podemos impedir-nos de abordar as situações preocupantes prevalecente em Madagáscar, na Somália e em Darfur para se assegurar do regresso da paz a estas zonas os mais breve possível", acrescentou.

Segundo o Presidente Mutharika, os golpes de Estado constituem "uma ameaça à paz e à segurança no continente", indicando que poderão inverter a tendência dos êxitos registados na democratização do continente.

"Por conseguinte, África não deve tolerar tais mudanças de Governo", disse.

"Devemos declarar a guerra contra as mudanças anticonstitucionais de Governo no solo africano e decidir tomar medidas coercivas severas e necessárias contra os autores destes golpes de Estado, mas igualmente contra os que lhes dão os meios de derrubar Presidentes eleitos", prosseguiu o novo presidente em exercício da UA.

Gerente de hotel em Bijagós rejeita associação com narcotráfico

Bissau - Em reacção ao artigo «Narcotráfico: Avioneta suspeita apreendida na Guiné-Bissau» publicado pela PNN a 29 de Janeiro, que noticiava que uma avioneta fora apreendida em Bubaque, arquipélago dos Bijagós. A PNN recebeu um e-mail, assinado por Solange Morin, gerente da Ponta Anchaca, que rejeita «boatos falsos».

No mesmo correio Solange Morin alega a legalidade do aparelho em causa e apresenta a autorização emitida pela Agência da Aviação Civil da Guiné Bissau à Operadora Turística Hotel Ponta Enchaca para «transportar turistas de/para esta estância turística entre os dias 27.01.010 a 10.02.010», confirma cópia de fax recebida em anexo.

Solange Morin lamentou também os «maus-tratos» de pessoas que «querem impedir o desenvolvimento do turismo na Guiné-Bissau» e acusa «as autoridades enviarem informações falsas» adiantando que «a aeronave, os clientes, a bagagem foram cuidadosamente revistadas em vão».

«O arquipélago dos Bijagós precisa de apoio», sublinha Solange Morin que lembra que no seu hotel trabalham 60 pessoas. «O Ministro do Turismo nesta ilha (Bijagós) até agora tem prestado um forte apoio para restabelecer o mais rapidamente a verdade» escreve a mesma responsável.

(c) PNN Portuguese News Network

Português que estava desaparecido na Guiné-Bissau foi resgatado

A colisão entre duas embarcações ao largo da ilha de Bubauqe, Guiné-Bissau, esta segunda-feira à noite, levou ao desaparecimento de um português. Agora, as equipas de resgate encontraram-no e transportaram-no para Bissau, junto com mais três pessoas.

O acidente, entre uma piroga alugada e uma vedeta rápida do organismo que fiscaliza as pescas no país, provocou ferimentos graves a um espanhol. Um senegalês continua desaparecido em alto-mar. A fraca visibilidade terá estado na causa da colisão.

Guiné-Bissau procura parceiro para financiar manuais escolares

Bissau, Guiné-Bissau (PANA) - O Governo da Guiné-Bissau está à procura de parceiros interessados em ajudar a financiar a produção de manuais escolares para mais de 400 mil alunos do país que estudam através de apontamentos fotocopiados, soube-se terça-feira de fonte oficial em Bissau.

De acordo com o secretário de Estado do Ensino, Besna Na Fonta, "o Ministério da Educação está a fazer esforços no sentido de contactar diversos parceiros que actuam na área da educação com o objectivo de solucionar os problemas dos manuais escolares".

O secretário de Estado, que falava à imprensa, afirmou que "a Guiné-Bissau precisa de um parceiro interessado em reequipar a editora escolar para que os manuais possam passar a ser produzidos" naquele departamento do Ministério da Educação.

Além do problema de funcionamento da editora escolar, a produção de manuais implica um "custo enorme que o Ministério da Educação sozinho tem dificuldades em suportar", disse o titular da pasta do ensino, acrescentando que é por essa razão que procuram financiamentos porque segundo ele "os estudantes aproveitam o que existe e tiram fotocópias".

Depois de reconhecer que esta "é uma situação muito difícil", o secretário de Estado do Ensino precisou que o objectivo principal do Ministério da Educação Nacional é ter um departamento que possa produzir manuais escolares.

De acordo com estatísticas do Ministério da Educação, na Guiné-Bissau existem quase 400 mil alunos no ensino básico e secundário nas escolas públicas e privadas.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Delegação do BAD na Guiné-Bissau para avaliar projectos e apoiar Governo

Uma delegação do Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD) iniciou uma visita de três dias à Guiné-Bissau para contactos com as autoridades e avaliação dos projectos financiados por aquela instituição.


Segundo fonte do ministério da Economia e Integração Regional, a delegação do BAD, chefiada pelo director das operações para África Ocidental, Frank Perrault, iniciou hoje reuniões com as autoridades guineenses.

Em declarações aos jornalistas Frank Perrault afirmou que o BAD irá manter e reforçar os apoios à Guiné-Bissau e que vai enviar uma equipa técnica para apoiar o Ministério das Finanças na elaboração do programa de assistência pós-conflito a assinar com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O responsável do BAD salientou igualmente que a sua instituição está em Bissau para estudar as modalidades e as necessidades financeiras do país e desta forma "equacionar que tipo de desembolso será dado à Guiné-Bissau".

A seguir à União Europeia (UE) o BAD é o parceiro multilateral que mais apoio financeiro concede à Guiné-Bissau, tendo neste momento projectos nas áreas de construção do primeiro porto de pesca do país, recuperação do principal hospital da Guiné-Bissau (o Simão Mendes, em Bissau), construção e reparação de escolas, reforço de capacidade do pessoal da administração pública e apoio orçamental directo.

Ministério Público quer ouvir antigo PM sobre caso de desaparecimento de droga

Bissau – O processo sobre o caso do desaparecimento de 674 quilos de cocaína do tesouro público guineense em 2006, apresentou novos desenvolvimentos.
O Ministério Publico, por terem sido eleitos deputados na presente legislatura, pediu à Assembleia Nacional Popular, informações sobre os estatutos de Aristides Gomes, primeiro-ministro na altura do desaparecimento da droga, e Victor Mandinga, então ministro das Finanças, para que passam ser ouvidos no âmbito do processo. O primeiro suspeito constituído arguido neste processo trata-se de Mamadu Saico Djalo, na altura Secretário de Estado da Ordem Pública.

O pedido do Ministério Publico tem data de 26 de Janeiro e visa «facilitar as devidas diligências e eventuais notificações que possam vir a ser requeridas» ao antigo Chefe do Governo e titular da pasta das Finanças.

O caso do desaparecimento dos 674 quilos de cocaína representa um dos processos mais mediáticos que o Ministério decidiu retomar, depois de ter sido esquecido há mais de três anos.
(c) PNN Portuguese News Network

Presidente da Guiné-Bissau está bem mas vai continuar no hospital por "alguns dias" - embaixada em Paris

Bissau, 01 fev (Lusa) - O encarregado de negócios da embaixada da Guiné-Bissau em Paris (França), embaixador Nagibe Jahouad, disse hoje à agência Lusa que o presidente guineense, Malam Bacai Sanhá, está bem, mas vai continuar no hospital por mais "alguns dias".

"O presidente continua em tratamento médico, na sequência de exames", afirmou o diplomata guineense.

"Foi submetido a vários exames e os médicos acharam que deviam aprofundar as consultas e decidiram que o presidente iria ficar no hospital por mais alguns dias", acrescentou.